Confira o mercado do milho do Brasil

3 de março de 2021 07:49
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Categorias: Agronegócio, Notícias

Foto: Ministério da Agricultura

Santa Catarina tem lotes negociados a R$ 82,50 em Xanxerê e R$ 85,00 em Campos Novos

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O Estado do Rio Grande do Sul apresentou um dia com pouca movimentação nas  negociações, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A  colheita avança firme e os trabalhos de campo encontram-se na faixa de 50%, ao passo que em anos anteriores o percentual era de 47%. Conforme relatamos em semanas anteriores, toda a região noroeste apresentou perdas pela estiagem, sendo que as demais estão colhendo  entre 130 a 150 sacas, o que é considerado uma boa produtividade para o Estado”, comenta.

Santa Catarina tem lotes negociados a R$ 82,50 em Xanxerê e R$ 85,00 em Campos Novos. “Novamente, os grandes players de Santa Catarina parecem buscar em maiores prazos o que esperam atender para os lotes que o mercado ofereceu no dia de hoje.  As principais indicações de compra partem de 30 dias, e alcançam  até  90  dias  em  seus  prazos,  e  na  sua  maior parte são para entregas em abril e maio. Entre  as  indicações,  vendedores  em  Xanxerê  com pedidas  de  R$  85,00  no  diferido,  e  compradores indicando R$ 83,50, tanto nesta região como no oeste”, completa.

Já o Paraná colheu 46% da primeira safra e plantou 28% da Safrinha. “O  relatório  semanal de  acompanhamento  das culturas,  divulgado  nesta  terça-feira pelo  Deral-PR,  registra que  o estado já colheu 46% dos 359.735 hectares plantados da sua safra de verão. As lavouras ainda não colhidas estão 72% boas, 21% médias e 7% ruins e apresentam-se 5% em floração, 22% em frutificação e 73% em maturação, o que significa aumento da disponibilidade a curto prazo”, indica.

“As lavouras apresentam-se 91% boas, 8% médias e 1% ruins, estando nas fases  de germinação (63%),  desenvolvimento vegetativo (36%) e floração (1%). As vendas de milho no Paraná têm encontrado, há pelo menos duas semanas, o percalço de disputar o mercado com a entrada da safra de soja, e seus altos preços no porto, o que tem esfriado bastante as negociações”, conclui.