Mauro condiciona candidatura a viabilidade financeira e busca “patrocinadores” em MT

Ex-prefeito explicou que demorou para tomar a decisão justamente por conta das novas regras para financiamento de campanha

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Foto: Reprodução

Anunciado na noite de segunda-feira como pré-candidato ao Governo do Estado pelo Democratas, o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, ressaltou que a efetivação do seu projeto nas eleições deste ano dependerá muito mais da viabilidade econômica de sua campanha do que da força do seu nome. Ele explicou que demorou para tomar a decisão justamente por conta das novas regras para financiamento de campanha.

Segundo o ex-prefeito de Cuiabá, boa parte dos escândalos de corrupção recentes se devem ao fato do encarecimento e da falta de recursos para pagar campanhas eleitorais. “Não dá para entrar numa eleição assumindo um monte de compromissos, ficando restos de campanha a se pagar, e incorrer nos mesmos erros que tantos já cometeram na história política de Mato Grosso e do Brasil. O DEM hoje tem bons nomes. Uma candidatura não pode ser decidida como se troca de uma roupa. São milhares de mato-grossenses que serão afetados com o resultado destas eleições”, afirmou.

Segundo Mauro, a viabilidade econômica será determinante para definir se ele realmente será ou não candidato ao Governo do Estado nas eleições deste ano. De acordo com o ex-prefeito, o que foi feito na noite desta segunda foi a disponibilidade pelo partido dos nomes dele, para a corrida ao Palácio Paiaguás, e de Jayme Campos, ao Senado.

Mauro ainda disse que irá buscar dialogar com outras legendas em busca de alianças. “Fiz uma longa reflexão. Conversamos no DEM e mudamos o estágio, mas efetivamente não houve o lançamento de uma pré-candidatura, nem minha e nem do Jayme. O que foi feito foi a apresentação do partido de dois nomes que aparecem com uma viabilidade eleitoral. Uma campanha não é feita apenas de viabilidade eleitoral, porque os nomes estão bem nas pesquisas”, afirmou.

Em Mato Grosos, o teto máximo para campanha ao Governo neste ano será de R$ 5,6 milhões. Além de Mauro e Jaime, a chapa de oposição deve ter o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), como vice.

Já a outra vaga ao Senado tende a ser de um político com liderança no agronegócio. Neste caso, são cotados os nomes do ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) e o deputado federal Adilton Sachetti (PRB).

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